quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Revisão para o Provão de História


Professor: Felipe Franco
Conteúdos  da Prova
·         Períodos Históricos;
·         Pré-História;
·         Povos da Mesopotâmia;
·         Civilização Egípcia;
·         Mundo Grego.

1.     O Estudo da História

Conceito de História: É o estudo do passado Humano. É a ciência que se preocupa em conhecer a vida dos homens através dos tempos.

Fontes históricas: São os diversos tipos de materiais que testemunham as idéias e realizações do homem através dos tempos. As fontes históricas podem ser escritas e não escritas.

Os grandes períodos da História:

·         Pré-história Surgimento dos primeiros homens até a invenção da escrita.
·         Idade Antiga: Até a queda do Império Romano do Ocidente em 476.
·         Idade Média: Vai até a invasão da cidade de Constantinopla pelos turcos em 1453.
·         Idade Moderna: Vai até o inicio da Revolução Francesa em 1789.
·         Idade Contemporânea: Até os dias atuais.

2.     Pré-História
Período que vai desde o aparecimento do Homem até o surgimento da escrita.

Divisões da Pré-História
·         Paleolítico ou Idade da Pedra-Lascada
·         Neolítico ou Idade da Pedra-Polida
·         Idade dos Metais
Principais teorias que explicam o surgimento do Homem:
·         Evolucionismo
·         Criacionismo
Local de Origem: Os primeiros fósseis foram encontrados na África Central ( Continente Africano ).

Paleolítico Inferior
Os homens eram:
·         -Caçadores e coletores
·         -Nômades

Paleolítico Superior
·         Os homens adquirem domínio sobre o fogo importante descoberta que revoluciona a vida nesse período.

Neolítico
·         Período da Revolução Agrícola
·         Domesticação de Animias
·         Processo de sedentarização


3.     Povos da Mesopotâmia

Mesopotâmia = Terra entre rios ( Atual Iraque )
Localizado na região do Oriente Médio dois rios: Tigre e Eufrates.

Principais povos da Mesopotâmia:
Sumérios, Acádios, Amoritas, Assírios, Caldeus e Babilônicos.

Sumérios: A mais Antiga civilização.
Principais cidades
Ur, Uruk, Nippur, Lagash e Eridu
Principais Invenções
·         A escrita conhecida como cuneiforme
·         A invenção da Roda ( maior revolução da locomoção terrestre )

4.     Civilização Egipcia

Características Geográficas
-Oásis, Clima Árido, Território Comprido

Localização: No nordeste da África ( continente Africano )

Evolução Política
·        
       Pré-dinástico
·         Antigo Império
·         Médio Império
·         Novo Império
·         Pré-dinástico
Egito era habitado por povos que viviam em tribos os Nomos ( Comunidades agropastoris que ficavam as margens do rio Nilo e eram administradas pelos nomarcas )
Dois reinos:
·         Baixo Egito: Nomos do Norte
·         Alto Egito: Nomos do Sul
Responsável pela unificação = Menés ( Tornou-se o 1 Faraó )
Religião
·         Eram politeístas
·         Acreditavam na vida após a morte.
·         Mumificação
·         Antropozoomórficos

5.     Mundo Grego
Períodos da História Grega
·         Homérico
·         Arcaico
·         Clássico
·         Helenístico
Fontes para o estudo do período Homérico
Ilíada e a Odisseia.



segunda-feira, 4 de agosto de 2014

PERÍODO ARCAICO - 800 até 500 a,C

Período Arcaico – 800 até 500 a.C
Podemos destacar dois grandes acontecimentos:
Ø  A colonização Grega;
Ø  O desenvolvimento das cidades Estados ( Formação da Pólis ).
Com o fim das comunidades gentílicas, iniciou-se  a organização social das Cidades Estados ( a Pólis ). A divisão social por parentesco foi sendo substituída pela divisão em classes ( NOBRES, ARTESÃO E CAMPONESES ). A solidariedade das famílias dos Genos cedeu lugar a competição motivada por interesses econômicos.
Características gerais das Pólis:
Ø  Autonomia política, econômica e militar.
DEVIDO ao isolamento geográfico.
Ø  Mesma cultura (língua/religião).
Devido à origem comum (creto-micênicos).
Ø  Espaços públicos: ágora (praça) / acrópole (templos).
Ø   Espaços privados: propriedades.
Ø  A Grécia possuía mais de cem Cidades Estados.
Ø   EXEMPLOS: Atenas e Esparta.

Esparta

Ø  LOCAL: Península do Peloponeso (sul: Região da Lacônia).
Ø  POVO FUNDADOR: dórios.
Fundada a partir da invasão dórica.
Não passa pelo mesmo processo de formação de Atenas.
Ø  ECONOMIA: agricultura.
Ø  Cidade Militarista e aristocrática
O Estado Espartano tinha como objetivo fazer de seus cidadãos um modelo de soldado.
Fontes para o estudo de Esparta:
Ø  Platão
Ø  Xenofonte
Ø  Plutarco
Sociedade Espartana
Sociedade aristocrática de base Agrária , cuja principal atividade era a guerra
A sociedade espartana dividia-se em três categorias:
• ESPARCIATA: Hoplita: soldado-cidadão.
Eram os cidadãos espartanos que permaneciam a disposição do exército, ou dos negócios públicos.
Funções do exército: reprimir as revoltas internas dos escravos, e combater os inimigos externos da cidade.
Ø  Descendente dos dórios.
Ø  Militar.
Ø  Dono de terras.

PERIECOS:       
            Dedicavam-se ao comércio e ao artesanato urbano, obtendo lucro por seu trabalho. Não tinham direitos políticos nem participavam dos órgãos do governo. Eram requisitados pelo exército só em casos de grandes necessidades.
Ø  Homens livres.
Ø  Pequenos agricultores/comerciantes.
Ø  Não são cidadãos.
HILOTAS:
Homens que viviam presos a terra dos esparciatas. De seu trabalho provinha o sustento dos cidadãos. A vida dos Hilotas não passava de opressão e miséria.
Ø  Servos da cidade.
Ø  Base da mão de obra.
Ø  Não são propriedades (não são escravos).
A Administração de Esparta ( Estrutura político-administrativa )
DIARQUIA:       
Ø  2 reis pertencentes a famílias diferentes , governavam sem muitos poderes.
Ø  Funções de caráter militar e religioso.
Ø  Poder Hereditário.
• GERÚSIA:      
Ø  Constituído pelos 2 reis + 28 esparciatas maiores de 60 anos.
Ø  Funções administrativas, legislativas e judiciárias.
Ø  Poder Vitalício.
ÁPELA:
Ø  Formada pelos mais importantes cidadãos espartanos maiores de 30 anos.
Ø  Funções: eleger os membros da Gerúsia, exceto os Reis. E de aprovar ou rejeitar as leis encaminhadas pela Gerúsia.
Ø  Assembleia consultiva.
Ø  Aclamação por aplausos.

Conselho de éforos ou EFORATO:
Ø  Grupo formado por cinco membros eleitos anualmente pela Ápela.
Ø  Os éforos eram os verdadeiros chefes do governo espartano.
A oligarquia Espartana
            Devido ao enorme poder dos Éforos o governo de Esparta é Considerado uma Oligarquia. Palavra que significa poder de poucos ( do Grego Olígos, poucos, e archia, Poder ).
BASE DA LEIS:
Ø  Leis lendárias de Licurgo.
- CULTURA ESPARTANA
Ø  MILITARISMO:
Educação:
Recebiam uma rígida educação para atender aos interesses do Estado.
Ø  Aos 7 anos eram entregues ao Estado instruídas a serem obedientes.
Ø  Aos 17 treinavam para a guerra.
Ø  30 anos tinham autorização de casar;
 título de hoplita (recebe seu lote de terra, tornando-se cidadão).
Ø  Serviço Militar: 18-60 anos.
• MULHERES:
– Valorizadas (“parideira”).
EUGENIA: sacrifício de crianças portadoras deficiências.


Palavras, termos e conceitos

A
Abolicionismo : Nome dado ao movimento que marcou o longo processo de abolição da escravidão. Segundo alguns especialistas, o acontecimento representa uma pequena revolução, ao resultar na transformação da ordem escravocrata, que durou cerca de quatrocentos anos. E isso em toda a América. No continente, os primeiros sinais podem ser percebidos no século 18, no Haiti, ocorrendo então um verdadeiro embate liderado pelos cativos. No Brasil, a questão está presente desde os tempos da Independência, quando o reconhecimento internacional, sobretudo por parte da Inglaterra, impôs o fim do tráfico. O debate, entretanto se intensificou na década de 1840, diante da pressão pelo fim efetivo desse vil comércio, finalmente estabelecido em 1850. Tinha início assim um extenso e gradual processo de emancipação, que contou com diversas leis e intensa participação popular. As organizações e práticas que se formaram tornaram insustentável a instituição, determinando a sua abolição em 1888, com a chamada Lei Áurea.

Absolutismo : Apesar do absolutismo, enquanto forma de governo, estar presente sob diversas formas em vários países e épocas, este termo refere, geralmente, às monarquias absolutas européias dos séculos XVI, XVII e XVIII. A famosa frase "o Estado sou eu", proferida pelo rei francês Luís XIV, resume bem este regime político, em que uma única pessoa - o rei - exerce o poder de uma forma absoluta, sem quaisquer limites jurídicos ou de qualquer outra natureza. Anarquistas : Nome dado aos adeptos do anarquismo, ou seja, a uma das muitas correntes baseadas no princípio do comunismo. O anarquismo prega uma sociedade igualitária, com a eliminação de todas as formas de poder, como o Estado. De maneira geral, os anarquistas colocam-se contra qualquer hierarquia, defendendo uma sociedade libertária, constituída por iguais. Muitos dicionários associam o termo à desordem, bagunça. Em parte, trata-se de uma classificação ideológica, que acaba refletindo significados pejorativos atribuídos tanto ao comunismo como ao anarquismo, ambos em confronto direto com o Estado liberal. No Brasil, o anarquismo ganhou força em fins do século 19 e início do século 20, com a chegada dos imigrantes europeus - em especial dos italianos. Anarquistas e anarco-sindicalistas foram tendências que marcaram o início do movimento operário. Com grande influencia, as organizações anarquistas estiveram presentes em vários acontecimentos, dentre eles as greves gerais de 1917 e 1918, que paralisaram cidades como São Paulo e Rio de Janeiro.

Assembleia constituinte : Órgão do estado formado por representantes eleitos pelos cidadãos com o objetivo de elaborar e aprovar uma Constituição. Em alguns casos, a Assembleia Constituinte se dissolve logo depois de aprovada a Constituição. Em outros, ela é eleita não só para elaborar a constituição, mas também para continuar funcionando como poder Legislativo permanente, dividido, na maioria das vezes, em Câmara dos Deputados e Senado. Neste último caso, ela é chamada Congresso Constituinte. A constituição atual do Brasil foi elaborada por um Congresso Constituinte eleito em 1986 e passou a vigorar a partir de 1988. Ato Institucional : Decretos emitidos durante o período do regime militar no Brasil, que se iniciou com o golpe de 1964 e se estendeu até 1985. Trata-se de um dos principais instrumentos utilizados pelos generais-presidentes para governar o país, passando ao largo das instituições democráticas. Eles, assim, resultavam em poderes que excediam aos estabelecidos pela Constituição. Um dos mais duros Atos Institucionais foi o de número cinco - AI-5. Diferente dos anteriores, não tinha prazo para se extinguir e ampliou o poder dos generais-presidentes, reduziu as prerrogativas do Congresso Nacional e criou as condições necessárias para efetivar uma dura repressão à oposição. Por meio dos AIs foram estabelecidas eleições indiretas para os principais cargos executivos, inclusive o de presidente; criaram-se condições para suspender os direitos políticos e civis; subordinou-se o legislativo e Judiciário ao Executivo, dentre outras medidas.
B
Bárbaros : Rude; selvagem, sem civilização; cruel, brutal; (no pl. ) os estrangeiros em relação aos antigos gregos e romanos
Burguesia : Qualidade de burguês; conjunto de indivíduos que formam a classe média da sociedade; Classe social que surgiu no final da Idade Média.
C
Campos de concentração : Trata-se de uma das mais cruéis formas de detenção, que muitas vezes resulta na exploração de mão-de-obra prisional e extermínio dos presos. Em geral, resultam em regimes de exceção, tendo como vítimas principais opositores políticos e grupos étnicos considerados minoritários. Em alguns momentos da história, a junção do autoritarismo político e do uso arbitrário do poder militar levou ao surgimento desses locais. O exemplo mais famoso, talvez por ser um dos piores, está na Alemanha nazista de Hitler, onde milhões de judeus, ciganos, homossexuais e comunistas foram mortos, expostos a experiências científicas ultrajantes, trabalho forçado, às piores crueldades que se possa imaginar. Esse evento ficou conhecido como holocausto. Os campos de concentração, porém, não são algo do passado e estão presentes em muitos dos conflitos atuais. Para alguns especialistas, por exemplo, a base militar mantida pelos Estados Unidos em Guantánamo, em Cuba, para receber prisioneiros suspeitos de terrorismo, se assemelha a essas instituições, pela crueldade com que são tratados os presos.
Cangaço : Fenômeno social característico do sertão nordestino em fins do século 19 e início do século 20. Constituía-se de grupos formados por pessoas à margem da lei, em geral por motivos de vingança, rixas familiares, assassinatos ou pequenos delitos de roubo. Por um lado, eram considerados heróis por muitos, por enfrentar o poder dos coronéis e ajudar várias comunidades. Por outro, entretanto, acabavam vistos com temos por uma parcela significativa da população, devido às ações violentas. Inúmeros latifundiários, ainda ofereciam armas e munição aos cangaceiros, em troca de segurança e apoio contra os inimigos. O maior líder cangaceiro foi Virgulino Ferreira da Silva, o lampião. Verdadeiro mito, sobre ele existiram histórias de que vagava pelo sertão combatendo as injustiças, fugindo com habilidade das autoridades. Em seu bando encontravam-se figuras não menos lendárias como Corisco, que o sucedeu após a morte, e Maria Bonita, sua companheira
Capital : É um bem ou conjunto de bens que, em combinação com o trabalho humano, é capaz de produzir riqueza. Normalmente, pode ser calculado em termos de dinheiro. Em uma sociedade capitalista, o capital está nas mãos dos empresários. Em uma sociedade socialista, pertence ao Estado.
Capitalismo : Do ponto de vista econômico, social e ideológico existem inúmeras definições para o termo. Trata-se, em geral, de um sistema caracterizado pela produção ilimitada de mercadorias; que visa o lucro; cria nas pessoas a necessidade do consumo; e no qual existem profundas desigualdades sociais. Para alguns autores, as origens do capitalismo encontram-se no século 16, com a expansão marítima e comercial ocorrida na Europa. Sua consolidação ocorreu a partir do final do século 18, com a Revolução Industrial - processo que possibilitou a produção em massa de mercadorias em indústrias e a formação de amplos mercados consumidores. Aos poucos, vários países tornaram-se capitalistas, passando a integrar sociedades que tendem a valorizar, por exemplo, o lucro o acúmulo de capitais e o consumo
Capitania (ou Donataria) : Uma Capitania corresponde a um território ultramarino entregue pelo rei a um particular (o capitão-donatário), geralmente pertencente à baixa nobreza, o qual tinha como principal obrigação a promoção do povoamento e a exploração econômica desse território. O Brasil, por exemplo, inicialmente foi dividido em 15 capitanias, cada uma das quais entregue a um capitão-donatário. Os capitães-donatários tinham o monopólio de diversos produtos e meios de produção, administravam a justiça e efetuavam a cobrança de impostos. Era, portanto, um tipo de gestão administrativa do território ultramarino muito semelhante ao regime senhorial da Idade Média, em que os capitães-donantários eram verdadeiros senhores feudais.
Cassação : É o ato de suspender os direitos políticos de uma pessoa por um período ou por toda a vida. Isso significa que a pessoa cassada não pode se candidatar a cargos públicos nem ser eleita por meio de voto. Durante o regime militar no Brasil (1964 - 1985), o governo cassou os direitos políticos de centenas de opositores. Em uma democracia, a cassação dos direitos políticos é uma das punições cabíveis para crimes cometidos por pessoas que ocupam cargos públicos - presidente da república, governador, prefeito, deputado, senador, etc. Nesse caso, o acusado tem amplo direito de fesa.
Clandestinidade : Situação em que são obrigadas a viver pessoas perseguidas por suas idéias e suas atividades em uma sociedade dominada por um governo autoritário. Também falamos de clandestinidade quando nos referimos a pessoas que entram ilegalmente em outro país, isto é, sem documentos que autorizem sua entrada, seja por estarem em busca de uma vida melhor do que tinham em seu país de origem, seja por estarem fugindo de guerras ou de algum tipo de perseguição política, religiosa, étnica, etc
Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) : Comissão formada por parlamentares (deputados, senadores, membros do poder Legislativo) que tem como objetivo examinar alguns temas específicos, de interesse da nação. Os temas discutidos pelas CPIs podem ser, por exemplo, suspeita de corrupção na venda de uma empresa pública, suspeita de favorecimento de empresas em contratos públicos, suspeita de envolvimento de parlamentares com o crime organizado, etc. As CPIs examinam, avaliam e levantam questões sobre esses e outros temas, mas não têm o poder de julgar nem de prender ninguém; apenas apuram os fatos. O resultado dessas investigações é encaminhado ao Ministério público, que deve tomar as providências jurídicas necessárias.
Companhia de Jesus : A Companhia de Jesus ou Jesuítas como são chamados é uma congregação religiosa fundada pelo espanhol Inácio de Loiola. Os jesuítas eram detentores de uma forte preparação intelectual e tiveram uma grande influência junto aos reis e junto a população em geral. Ao longo dos séculos XVI e XVII praticamente possuíram o monopólio do ensino de nível secundário. Além do papel na educação, os Jesuítas também tiveram um importantíssimo papel na evangelização das populações indígenas das terras descobertas por portugueses e espanhóis e na conversão dos países protestantes. No caso português, alguns dos Jesuítas que mais se destacaram no processo evangelizador foram S. Francisco Xavier na Índia, e os padres Manuel da Nóbrega e António Vieira no Brasil.
Comunismo : Modelo de sociedade que prevê a eliminação completa de toda a forma de propriedade privada. Tratava-se de proposta antiga. Para alguns especialistas, está presente desde a Antiguidade, em obras como a de Platão. Em A República, por exemplo, ele propõe o fim de toda a forma de propriedade - e mesmo da família - como meio de fortalecer a coisa pública. Nos tempos modernos, a idéia estaria presente nos pensamentos do inglês Thomas More, autor do livro Utopia , em que ele colocava a propriedade privada como a origem das injustiças sociais. A partir do Iluminismo, a ideologia passou a adquirir seu formato atual, com os chamados socialistas utópicos, dentre eles François-Noêl Babeuf, então influenciados pelos escritos de Jean-Jaques Rousseau. Mas foi justamente a obra de Karl Marx e Friederich Engels que deram ao comunismo proporções nunca antes vistas. As teorias e propostas dos dois influenciaram os movimentos sociais nas décadas seguintes, como a Revolução Russa (1917), Chinesa (1949) e Cubana (1959). E perduram até os dias de hoje.
Concílio de Trento : Um Concílio consiste numa reunião geral dos representantes máximos da Igreja Católica. No caso do Concílio de Trento, presidido pelo Papa Paulo III, este iniciou-se em 1545 na cidade italiana de Trento, e teve como objetivo encontrar respostas para os problemas colocados pelos protestantes e pelos humanistas. Das conclusões saídas do Concílio de Trento destaca-se a centralização de poderes no Papa que passa a ser considerado como "Pastor Universal da Igreja" sendo-lhe atribuída toda a supremacia em matéria de dogmas e de disciplina. Por outro lado, foram estabelecidas diversas normas para evitar abusos e luxos do clero. Em suma, o Concílio de Trento conferiu à Igreja Católica um caráter mais centralizado e autoritário, constituindo uma importante ação reformadora a fim de limitar os abusos e a degradação dos costumes e impedir o avanço do protestantismo.
Conferência de Paz : A Conferência de Paz consistiu numa reunião realizada pelas potências aliadas, vendedoras da Primeira Guerra Mundial, alguns meses após o Armistício de Novembro de 1918. O objetivo desta reunião foi o de fixar o novo mapa político da Europa, as indenizações de guerra a pagar pelos alemães aos Aliados e as condições de desmilitarização dos países vencidos. Desta conferência resultaria o Tratado de Versalhes que os alemães foram obrigados a assinar em Junho de 1918.
Constituição : Conjunto de leis no qual se baseiam todas as outras leis de uma nação. A Constituição de um país democrático estabelece os direitos e deveres dos cidadãos, fixa os limites de competência dos poderes públicos, impõe regras de ação para as instituições públicas e garante os direitos dos indivíduos, obrigando o Estado a respeitá-los. É também chamada Carta magna.
Coronelismo : O termo designa os hábitos políticos e sociais de chefes locais denominados coronéis. Suas raízes estão ligadas à tradição patriarcal e à velha estrutura agropecuária existentes no país, desde os tempos remotos. Os chamados coronéis exerciam domínio absoluto sobre os agregados que viviam em suas terras ou delas dependiam para sobreviver. Historicamente, eles começaram a surgir com a Guarda Nacional, criada em 1831. O comando dessas milícias ficava então a cargo dos chefes locais, donos de grandes propriedades e do poder político. Até hoje, segundo analistas, pode-se perceber os seus efeitos no cenário nacional, com o controle de determinadas regiões por líderes locais e toda uma rede de favorecimento e corrupções que os ligam às diferentes esferas da administração pública.
Cortesão : Denominação dada aos indivíduos que faziam parte da corte, nos regimes monárquicos. A corte era o lugar onde residia o rei, ou príncipe, com sua família, acompanhado pelos cortesãos. Estes eram em geral membros da nobreza e altos funcionários do Estado.

Conflito entre Israelenses e Palestinos

A "Carta Capital" realizou algumas matérias que os permitirão conhecer algumas notícias a respeito dos conflitos entre Israelenses e palestinos. Aproveite para estar por dentro do que anda acontecendo no mundo e ainda, garantir conhecimento da atualidade durante a prova do Enem e dos demais vestibulares.




Grandes Civilizações da Antiguidade

Grandes Civilizações da Antiguidade

Navegações e Mercantilismo

Mercantilismo é o conjunto de práticas e idéias econômicas desenvolvidas na Europa entre o séc. XV e XVIII. O nome mercantilismo foi criado pelo economista Adam Smith em 1776. O mercantilismo tinha por objetivo fortalecer o Estado e enriquecer a burguesia, para isso, era preciso ampliar a economia para dar mais lucro afim de que a população pudesse pagar mais impostos. Consideravam que a exportação (na linguagem de hoje) é que traria riquezas e vantagens e assim começou uma competição comercial. Ocorreu então o metalismo, que era o acumulo de moedas dentro do país e isso era considerado um sinal de que o objetivo havia sido alcançado. O único recurso encontrado então foi aplicar uma balança comercial favorável para manter o equilíbrio monetário que para eles era exportar mais e importar menos.


Jogo do Ciclo da Mineração

Na História do Brasil, o ciclo do ouro é compreendido como o período em que vigorou a extração e exportação do ouro como principal atividade econômica na fase colonial do país. Ocorrera após o declínio da produção açucareira no Brasil, época em que Portugal buscara novas fontes de renda na colônia. As primeiras minas foram encontradas pelos bandeirantes no atual estado de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso. O auge do ciclo do ouro no século XVIII, gerou uma grande corrida em busca do metal precioso. A extração exigia investimentos em mão-de-obra, equipamentos e a aquisição de terrenos auríferos. A extração do ouro ficou nas mãos dos grandes proprietários rurais e comerciantes. A Coroa Portuguesa adquiria lucro por meio da cobrança de taxas e impostos, ou seja , o explorador que encontrasse e extraísse o ouro deveria pagar o quinto à Coroa Portuguesa. O imposto era cobrado pelas Casas de Fundição, onde as pedras eram derretidas e transformadas em barras. O quinto significava 20% (um quinto, daí o nome do imposto) de cada quantidade apresentada e era encaminhada para Portugal. Porém, haviam desvios e sonegações que, quando descobertos, eram penalizados duramente. Além do quinto, havia a derrama que exigia o envio anual de 1500 kg de ouro para Portugal; e a capitação, imposto cobrado por cada escravo utilizado como mão-de-obra na extração das minas.

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"Odisseia" é uma narração que nos leva à Grécia de 3.000 anos atrás. Uma fantástica historia de aventura, onde Ulisses, rei da ilha de Ítaca, sai a combate na guerra de Tróia e luta ao lado do poderoso Aquiles.


GERMINAL

Germinal é um romance do escritor Émile Zola, o décimo terceiro da série Les Rougon-Macquart e possivelmente um dos mais famosos.
A cena tem lugar no norte da França durante uma greve provocada pela reducção dos sálarios. Além dos aspectos técnicos das extrações minerais e as condições de vida nos agrupamentos dos mineiros, Zola também descreve o princípio da organização política e sindical da classe operária, tais como as divisões já existentes entre marxistas e anarquistas.
Para compor Germinal, o autor passou dois meses trabalhando como mineiro na extração de carvão. Viveu com os mineiros, comeu e bebeu nas mesmas tavernas para se familiarizar com o meio. Sentiu na carne o trabalho sacrificado, a dificuldade em empurrar um vagonete cheio de carvão, o problema do calor e a umidade dentro da mina, o trabalho insano que era necessário para escavar o carvão, a promiscuidade das moradias, o baixo salário e a fome. Além do mais, acompanhou de perto a greve dos mineiros.1