Período
Arcaico – 800 até 500 a.C
Podemos destacar dois
grandes acontecimentos:
Ø A
colonização Grega;
Ø O
desenvolvimento das cidades Estados ( Formação da Pólis ).
Com
o fim das comunidades gentílicas, iniciou-se
a organização social das Cidades Estados ( a Pólis ). A divisão social
por parentesco foi sendo substituída pela divisão em classes ( NOBRES, ARTESÃO
E CAMPONESES ). A solidariedade das famílias dos Genos cedeu lugar a competição
motivada por interesses econômicos.
Características
gerais das Pólis:
Ø Autonomia
política, econômica e militar.
DEVIDO
ao isolamento geográfico.
Ø Mesma
cultura (língua/religião).
Devido
à origem comum (creto-micênicos).
Ø Espaços
públicos: ágora (praça) / acrópole (templos).
Ø Espaços privados: propriedades.
Ø A
Grécia possuía mais de cem Cidades Estados.
Ø EXEMPLOS: Atenas e Esparta.
Esparta
Ø LOCAL:
Península do Peloponeso (sul: Região da Lacônia).
Ø POVO
FUNDADOR: dórios.
Fundada
a partir da invasão dórica.
Não
passa pelo mesmo processo de formação de Atenas.
Ø ECONOMIA:
agricultura.
Ø Cidade
Militarista e aristocrática
O
Estado Espartano tinha como
objetivo fazer de seus cidadãos um modelo de soldado.
Fontes
para o estudo de Esparta:
Ø Platão
Ø Xenofonte
Ø Plutarco
Sociedade
Espartana
Sociedade aristocrática de
base Agrária , cuja principal atividade era a guerra
A sociedade espartana
dividia-se em três categorias:
•
ESPARCIATA: Hoplita: soldado-cidadão.
Eram os cidadãos espartanos que permaneciam a
disposição do exército, ou dos negócios públicos.
Funções do exército: reprimir as revoltas
internas dos escravos, e combater os inimigos externos da cidade.
Ø Descendente
dos dórios.
Ø Militar.
Ø Dono
de terras.
• PERIECOS:
Dedicavam-se ao comércio e ao artesanato urbano, obtendo
lucro por seu trabalho. Não tinham direitos políticos nem participavam dos
órgãos do governo. Eram requisitados pelo exército só em casos de grandes
necessidades.
Ø Homens
livres.
Ø Pequenos
agricultores/comerciantes.
Ø Não
são cidadãos.
• HILOTAS:
Homens
que viviam presos a terra dos esparciatas. De seu trabalho provinha o sustento
dos cidadãos. A vida dos Hilotas não passava de opressão e miséria.
Ø Servos
da cidade.
Ø Base
da mão de obra.
Ø Não
são propriedades (não são escravos).
A
Administração de Esparta ( Estrutura político-administrativa )
• DIARQUIA:
Ø 2
reis pertencentes a famílias diferentes , governavam sem muitos poderes.
Ø Funções
de caráter militar e religioso.
Ø Poder
Hereditário.
• GERÚSIA:
Ø Constituído
pelos 2 reis + 28 esparciatas maiores de 60 anos.
Ø Funções
administrativas, legislativas e judiciárias.
Ø Poder
Vitalício.
ÁPELA:
Ø Formada
pelos mais importantes cidadãos espartanos maiores de 30 anos.
Ø Funções:
eleger os membros da Gerúsia, exceto os Reis. E de aprovar ou rejeitar as leis
encaminhadas pela Gerúsia.
Ø Assembleia
consultiva.
Ø Aclamação
por aplausos.
•Conselho de éforos ou EFORATO:
Ø Grupo
formado por cinco membros eleitos anualmente pela Ápela.
Ø Os
éforos eram os verdadeiros chefes do governo espartano.
A oligarquia Espartana
Devido ao enorme poder dos Éforos o governo de Esparta é
Considerado uma Oligarquia. Palavra que significa poder de poucos ( do Grego
Olígos, poucos, e archia, Poder ).
• BASE DA LEIS:
Ø Leis
lendárias de Licurgo.
- CULTURA ESPARTANA
Ø MILITARISMO:
– Educação:
Recebiam uma rígida educação
para atender aos interesses do Estado.
Ø Aos
7 anos eram entregues ao Estado instruídas a serem obedientes.
Ø Aos
17 treinavam para a guerra.
Ø 30
anos tinham autorização de casar;
título de hoplita (recebe seu lote de terra,
tornando-se cidadão).
Ø Serviço
Militar: 18-60 anos.
• MULHERES:
– Valorizadas (“parideira”).
• EUGENIA: sacrifício de crianças portadoras deficiências.
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